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Como economizar na indústria frigorífica em meio à pandemia

Post destaque 09

Ações capazes de fazer a diferença nos custos da sua produção.

Com a chegada do novo Coronavírus, vivemos dias difíceis em diversos setores.
Saúde, economia, comércio e indústria se mostram comprometidos. Muitas
pessoas correm o risco de ficar desempregadas, indústrias podem fechar as
portas, e as consequências podem ser desastrosas.
O setor de produção de alimentos (em especial de proteínas), também vem
sendo afetado, principalmente pela baixa nas exportações para a China e união
europeia. Essa situação se soma a uma redução do consumo no mercado
interno, atrelado a incerteza das pessoas no cenário futuro.
Um mercado que vinha se recuperando de uma crise interna passada e que
ainda possui muitas fábricas com capacidade de sobra, encontra uma nova
crise que pode levar a mais ociosidade. 


Ações de Eficiência Energética para o seu frigorífico.
Alguns frigoríficos anunciaram férias coletivas, outros, o emprego do home
office para setores administrativos, e alguns ainda, a redução da capacidade
produtiva de suas fábricas.
Este último cenário implica diretamente no custo do produto, afinal, custos
diretos como o da energia elétrica podem se manter constantes, já que há
pouco conhecimento do que fazer nessas circunstâncias.
Assim, deve-se avaliar alguns itens que são extremamente importantes, pois
podem gerar grandes economias de energia elétrica. São eles:
– Gelo e água gelada nos Chillers de aves:  A geração de gelo e água
gelada para os chillers representa de 10 a 20 % do consumo energético de
uma planta frigorífica. E a melhor forma de economizar nesta área é recalcular vazão de água para o novo número de aves abatidas (Avaliar normativa da
portaria 210). Este fato gera redução imediata no consumo dos compressores de amônia e minimizam oscilações de carga nos mesmos.
–Túneis de congelamento:  O túnel de congelamento é o principal ofensor na energia de um sistema frigorífico., Como as temperaturas são muito baixas, a eficiência do ciclo também é baixa e o custo para gerar essa condição é
altamente elevado. Os túneis de retenção variável podem impactar de 30 a 50% no consumo energético da planta, dependendo das características de
operação.
Para reduzir o consumo em momentos de ociosidade a Less Energy sugere o
emprego de duas frentes: A primeira é o aumento gradativo das temperaturas
de evaporação, de -38°C para -35° depois para -34°C, -33°C podendo chegar
até a -30°C (consultar limites na portaria 210).

Mas a primeira questão que pode surgir é: “ imagine só, reduzir de -35°C para – 33°C não é praticamente nada, não faz diferença”. Mas quando calculamos este impacto, percebe-se que o compressor de amônia deste regime, passa a produzir 11% mais frio, com acréscimo de apenas 2% no consumo.
Este ajuste pode levar em alguns casos a redução da capacidade, da velocidade ou até mesmo à parada de alguns compressores da sala de
máquinas. O que representaria ganhos imensos no montante final.
A outra vertente que gera economia nesses equipamentos é a redução da
velocidade dos ventiladores do túnel. Nesse caso, se reduzirmos de 60 para 55.
HZ a frequência de nossos ventiladores, temos 8,5% a menos de capacidade
de ventilação, e um consumo de energia elétrica 20% menor.

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